Feira Ao Terceiro

Realiza-se ao 3º sábado de cada mês, na praça da República, em Condeixa-a- Nova, visa a dinamização local, onde se pode expor e vender artesanato, produtos locais e biológicos, velharias... a participação é gratuita. A organização é da Junta de Freguesia de Condeixa-a-Nova. Faça sua inscrição ,através do e mail feira.aoterceiro@hotmail.com ou ligue para 913346075,ou 964151111 . Esperamos por si !!!!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Feira ao Terceiro - Agosto


Publicada por Feira Ao Terceiro à(s) 9/13/2011
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Etiquetas: Feira ao Terceiro Agosto

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FEIRA AO TERCEIRO

A FEIRA AO TERCEIRO , foi criada , é promovida e organizada pela Junta de Freguesia de Condeixa-a-Nova, que tem como presidente o srº Mário, que me convidou juntamente com os outros elementos do executivo, para ser a dinamizadora desse evento, com muita honra aceitei o convite. A FEIRA AO TERCEIRO, é uma feira de velharias e artesanato com a vertente de divertimento e espectáculo popular em Condeixa-a-Nova, pretendendo dinamizar a vila com reflexos positivos para o tecido social e comercial local e para a qualidade da oferta turística. Pretende-se que seja um evento informal, divertido e criativo em que as pessoas participem. Realiza-se ao 3º sábado de cada mês, na Praça da República, em Condeixa-a-Nova, destinando-se exclusivamente a expositores não profissionais que estejam interessados em comercializar objectos que acumularam em casa ou do seu artesanato, bem como as pessoas das artes visuais, do espectáculo e da música que queiram atuar ou comercializar os seus trabalhos livremente. A primeira edição de 2011, decorreu no dia 19 de Março, demos início a uma ativividade dirigida as crianças, mensalmente serão realizadas oficinas de reaproveitamento de materiais "reciclagem", sempre que possível relacionadas as datas festivas de cada mês. Contamos com a vossa participação . Obrigada. Léa Reis

CONDEIXA-A-NOVA

O lugar de Condeixa-a-Nova esteve sempre ligado a Conimbriga, cidade romana nascida no séc. II a.c., da qual só restam presentemente as suas ruínas. Implantada num promotório rochoso, Conimbriga conheceu um periodo de crescimento e prosperidade que durou mais de 4 séculos. Com o declínio do império romano e após as invasões Bárbaras, Conimbriga terá sido definitivamente abandonada depois da reconquista do território de Coimbra por Afonso II das Astúrias, no séc. XI d.c. Os poucos habitantes que ficaram, fundaram a actual Condeixa, mais a norte.Em meados do século XIII, Condeixa ocuparia uma área não superior a 800 m2, entre a igreja e a actual Rua Wenseslau Martins de Carvalho (Rua Nova). A primeira referência em manuscritos data do ano de 1219 onde Condeixa-a-Nova aparece assim mencionada, para se distinguir de outra Condeixa (a Velha). Julga-se que inicialmente o povoado era um "casal chamado Outeiro", no meio de terrenos pertencentes a diversos proprietários. Só no século XVI é que o lugar foi elevada a freguesia, pois conta-se que D. Manuel I passou por aqui em 1502, a caminho de Santiago de Compostela, tendo-lhe concedido foral, a 3 de Julho de 1514, a pedido dos seus habitantes.Na época quinhentista, Condeixa era uma das principais localidades da zona de Coimbra, sendo já atravessada pela Estrada de Lisboa (antiga E.N.1, actual IC2), tendo sido constituida como freguesia em 1541. Com a epopeia marítima dos Descobrimentos, Condeixa conhece franca prosperidade e são construídos alguns palácios e solares, habitados por famílias nobres, dos quais se destacam o Palácio dos Sotto Mayor, Palácio dos Sás e Palácio dos Figueiredos, entre outros. É neste periodo que é construída a melhor arquitectura barroca da vila.Este progresso viria a ser abruptamente interrompido pela 3ª Invasão Francesa, em Março de 1811. As tropas de Napoleão comandadas pelo General Massena, depois de derrotadas no Buçaco, semeiam terror e destruição na vila e arredores, saqueando e ateando fogo aos principais edifícios de Condeixa, onde nem se quer a igreja foi poupada.Com a implantação da República e no primeiro quarto do século XX, Condeixa vive outro periodo de desenvolvimento e progresso. Em 1900 já havia 414 fogos habitacionais e 1692 habitantes. Até aos dias de hoje, Condeixa passou por alguns altos e baixos, tendo sofrido com o êxodo das populações rurais para as grandes cidades e com as Guerras de Ultramar.Em finais da década de 90, Condeixa vê a sua população aumentar de forma significativa, devido esencialmente ao aumento da construção e às optimas condições para fixação da população, fruto da sua proximidade a Coimbra. No virar do século XXI, Condeixa foi das freguesias que registou maior aumento populacional na região centro.







Bandeira da Junta de Freguesia de Condeixa-a-Nova

Bandeira Bandeira: amarela. Cordão e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro.

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Símbolos heráldicos da Junta de Freguesia de Condeixa-a-nova

Símbolos heráldicos Os símbolos heráldicos da Junta de Freguesia de Condeixa-a-Nova foram publicados no Diário da República nº 260 III série, de 11 de Novembro de 2002, após parecer da Comissão Heráldica, nos termos da Lei 53/91 de 7 de Agosto.

Brasão da Junta de Freguesia de Condeixa-a-Nova

No brasão da Junta, os símbolos utilizados representam: Travessa: representa a cerâmica artística e a tradicionalidade desta actividade, que ainda hoje se pratica na freguesia. Liras: representam as colectividades existentes na freguesia e que são responsáveis pelos momentos de cultura e lazer. Mó: representa as importantes pedreiras existente sà volta da freguesia, que são exploradas desde épocas remotas, exportando-se pedra trabalhada, principalmente mós, usadas nos lagares de azeite e moínhos de água, ainda existentes na freguesia. Brasão: escudo de verde, duas liras de ouro coroadas e realçadas de negro, alinhadas em faixa, entre travessas de prata decoradas de azul, em chefe e em mó de prata aberta do campo. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a lgenda a negro: "Freguesia de Condeixa-a-Nova".

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